Assistente Raquel Ferreira comenta intimidação de jogadores do Murici: “Abominável”;
Assistente Raquel Ferreira comenta intimidação de jogadores do Murici: “Abominável”
A vitória do CSA sobre o Murici, por 2 a 1, na última quinta-feira, trouxe à tona uma discussão importante para o futebol: o machismo. Um lance, aos 18 minutos do segundo tempo, marcou negativamente a partida no Estádio Rei Pelé, em Maceió. As imagens ganharam repercussão nas redes sociais.
Após jogada do ataque do CSA, o goleiro Léo se chocou com o zagueiro Adalto, e a bola sobrou livre para Patrick Fabiano, que marcou o segundo gol do time da capital. Árbitro da partida, José Jaini Bispo hesitou em validar o gol e os jogadores do Murici partiram para cima da assistente Raquel Ferreira Barbosa. A imagem abaixo mostra o momento em que a assistente é intimidada pelos atletas
– Eles exageraram naquela chegada até mim. Não sei se por ser mulher, eles colocaram um peso a mais, acredito que, se fosse um homem, eles não fariam aquilo. É [um comportamento] descabido porque é uma atitude antidesportiva.
Isso é abominável. Tem que ter respeito perante aos árbitros, e os árbitros aos atletas.
Formada no curso de assistente há 10 anos, Raquel Ferreira comentou ainda como foi o lance que originou a reclamação dos jogadores do Murici.
– Em nenhum momento foi assinalado nada de falta, como falam. Eu corri, fiz o procedimento normal de gol, vi que o árbitro deu o gol. Agora, o que aconteceu foi que eu não corri o suficiente para mostrar a todos que estavam dentro do estádio que tinha (...)
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